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Menos um dia, mais responsabilidade

Com satisfação comunico que agora faço parte do time Persys.

Lá, um empresa tipicamente de tecnologia, que oferece serviços de orientação tecnológica a empresas de todo tipo de porte, o dia-a-dia é muito dinâmico. Essa característica é alimento para uma mente inquisitora, inquieta, voraz e perspicaz. Desculpem a modéstia. Mas todos que me conhecem um pouco já sabem que comigo a tal estória do “é o que mais sai”, ou “é o que tem para hoje” é o caminho mais rápido para um “você é retardado?” proferido por mim com o necessário desdém.

Assim, após ter aprendido muito na Unimed, com o Déco, com o Edson, Gerson, Fabiano, Guilherme, o homem paciência, Valner e Cristian, estava na hora de sair em busca de um lugar em que eu pudesse dar vazão à minha vontade de fazer melhor.

Agora é colocar a cabeça para trabalhar e torcer para que ninguém me pergunte se eu sou retardado, porque a resposta será a mesma que o Coutinho, um grande amigo, diretor de TI da Assembléia de Deus (sim, eles tem um grande departamento de TI) me deu quando eu fiz esta pergunta a ele: “um pouco”.

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Easter egg maligno?

“EEE HEEEEEE SoftVelocity.”

Era assim que eu iniciava algumas de minhas mensagens nos grupos de discussão da linguagem de programação Clarion for Windows, e aparecia sempre que a SoftVelocity, a fabricante da linguagem, aprontava uma de suas com seus fiéis usuárias, nós, programadores.

Hoje eu descobri mais uma, de dar medo.

Você, programador Clarion que gosta de viver perigosamente, arrisque-se a reproduzir essa sequencia, para ver o que acontece com seus preciosos códigos:

1) Selecione um APP;

2) Selecione uma procedure que tenha uma “window” definida;

3) Escolha um controle, e acesse qualquer “embed” do controle;

4) Insira qualquer coisa no “embed” do controle, por exemplo: MESSAGE( ‘Teste’ );

5) Salve o “embed”, e sem sair da árvore de “embeds”, pressione o botão [Source], que dá acesso ao Embeditor.  Neste ponto você já notará que algo está prestes a não sair bem;

6) Navegue pelo código e escolha algum ponto disponível para edição (as linhas de código que estiverem em branco), e edite o código, colocando qualquer coisa;

7) Saia da edição salvando as alterações.  BANG.  Veja que o Clarion “populou” TODOS os seus pontos de embed com um maravilhoso “it”.

Bem, se o “it” vai servir para alguma coisa que não detonar inteiramente as duzentas e noventa e sete mil, quatrocentas e oitenta e cinco linhas de código lindo e maravilhoso que você escreveu para que seu usuário pudesse ganhar 3 ou 4 segundos ao longo de um ano, eu não sei, mas sei que é melhor você não salvar seu APP depois que isso acontecer. Salvou? Perdeu, playboy.

Bom.  Isso nunca aconteceu comigo porque eu não uso essa mistura cabalística de ações para editar um código, mas ao Andrá, que trabalha na mesa ao lado, sempre acontece.  Por que ele continua insistindo em adotar esse procedimento estrambólico de editar, salvar, e selecionar outra forma de edição, eu também não sei, mas acho que vou dar uma olhada no dicionário para saber o significado da palavra “masoquismo”.

Talvez os programadores da SoftVelocity sejam sádicos.  Talvez, todos os programadores do mundo sejam, e aí, começo a desconfiar que a teoria do 2010 tem algum fundamento.  Mas isso é material para outro post.

Inté!