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Clarion same ol’, same ol’

Day after day, and I keep reading the same complaints, justifications, rants, frustrations and gobbledeegook, from the same individuals, over and over and over.

But nothing really changes, in terms of improvement. I read people are always trying to do new things, but desperately trying to use the same old methods and tools.

I often read answers to other’s frustrations, that have any other intention than actually solve the problem, or support the poor user who is suffering, from whatever it may be: technical, business limitation, personal frustration with Clarion, and even true commitment with Clarion and/or community development.

I just saw a post arguing about an imminent release of a version, that had a (serious? who am I to judge what is serious and what’s not?) bug. And guess what? A saw a response from a Clariban member specifically using the word “blame”.

Well, I rather not see another buggy version, that will do me not much more than drag me away from what I have to do.

Personally I prefer spending time reading MSDN so I can learn how to do things, than buying a ton of templates that will “solve” my “problems” in a “quick” and “easy” way. But that’s just me, because even doing so, I still make good money from being such a dumb programmer who prefers to learn how to do things, instead of being a super smart programmer that responds promptly whenever the customer presses up.

I don’t know, but there’s something really wrong going on with this community. Clarion is a very nice language, but SV is obviously having turn around problems. Worse: a lot, I mean, a LOT of developers seem not to bother at all.

Things like: “take it easy, we can wait some 4 more years for these little bug corrections”, or “what really matters is making the app SEEM to work like a web application”, or even “why would I need to use an external editor? Clarion’s got it all!”

I tell you. This is BS. Clarion is a computer language, there is a Clarion compiler, and there is the Clarion IDE. The language works well, the compiler works well, but the IDE sucks bigtime. And SV is clearly totally lost trying to produce an IDE that amazes, seduces, and works like it used to be on mid-late 90’s.

I know Z worked side by side with BB (that’s Bruce Barrington) and he loves Clarion, probably much more than any of us, but I tell you: love isn’t nearly all it takes to produce a product.

So, all you, Claribans, before counter attack like a horde of watchdogs trying to fence SV from having to do what they have to do, think twice, because you might be very well, wrong.

You don’t want to answer questions, teaching how to do, instead of pointing to your own “solution” to a problem, fine. But use the same approach for when you don’t have something that will contribute to the TRUE development of the community.

Sometimes, when you think you’re doing a great good, you might be doing exactly the opposity, feeding fear, misleading, and promoting the same ol’, same ol’ thing that impedes personal, technical, and industry development.

Thank you.

Todos queremos ser felizes, mas o que compõe a felicidade?

Rapidamente. Hoje estava batendo um papo com uma amiga, quando me ocorreu a dúvida sobre o que nos leva a querer bater papo.

Em minha tentativa de entender este processo social, me peguei com outra pergunta: Como ser feliz profissionalmente?

Bom, o assunto é vasto, mas ao menos tempo, simples. Menos é mais, sempre.

Acontece que para sermos felizes, devemos compreender a relação entre alegria, sedução, e interesse.

  • Alegria é um sentimento de satisfação, e geralmente passa rápido.
  • Sedução são as ações que alguém toma para nos envolver em seus propósitos.
  • Interesse é a sensação de necessidade ou curiosidade que temos sobre algo.

Estas são definições minhas. Eu geralmente consulto o dicionário antes de me comprometer com a explicação de algo, mas desta vez, preferi deixar minha intuição no comando.

Como estas três sensações (alegria, sentir-se seduzido, ter interesse) compõem a felicidade profissional? A meu ver, temos de ter interesse em participar de algo, e ser seduzidos por alguém ou por algo, a participarmos.

Temos de ter interesse em ganhar dinheiro, em aprender mais, em nos destacarmos, em descobrir coisas novas, e em desenvolver novas soluções para a humanidade.

Temos de ser seduzidos a utilizar ferramentas, a interagir com nossos colegas, a nos vestir bem, a nos comportar bem, a ensinar, aprender, e até mesmo a comparecer diariamente ao local de trabalho.

É possível que façamos tudo, e mais, que listei acima, sem interesse e/ou sem sermos seduzidos, e é aí que o ciclo se quebra.

Fazer algo sem interesse ou sem sermos seduzidos, não traz alegria. O resultado torna-se algo muito industrializado, como a clássica imagem do funcionário público batendo o carimbo de forma automatizada, apenas esperando pelo fim de seu expediente, para no outro dia, seu martírio recomeçar.

Então, meus amigos, interessem-se em seduzir, e seduzam a si mesmos. Quando começarem a ter alegria em suas funções, seus colegas se contagiarão por ela, e um ciclo virtuoso será iniciado.

Simples, não é? Até a próxima!

Nem esquerda, nem direita

Ontem um amigo de infância fez um comentário a meu respeito no Facebook.  Ele disse que eu sou um direitista.  No contexto da conversa isso quis dizer que eu sou incapaz de ver ou aceitar as boas coisas vindas do governo atual, conduzido pelo PT.

Respondi dizendo que tal comentário fora uma boa idéia para um post neste blog, e aqui estão minhas considerações.

Não sou uma pessoa de esquerda ou de direita.  Eu sou, como todos deveriam ser, uma pessoa que vai escolher o melhor caminho.

O problema em escolher o melhor caminho é que tratando-se de política, isso fica muito complicado em razão das diferentes opiniões de setores sociais e econômicos, além das convicções pessoais de cada um.

Então, quem não quer morrer louco, acaba optando por um conjunto de pessoas (partido) que têm uma mesma visão e adotam uma conduta uniforme.  Assim acontece com a maioria das pessoas engajadas politicamente, a meu ver.

Eu não sou politicamente engajado.  Milhões de pessoas são, e outros milhões de pessoas não são.  Para mim, o engajamento é uma opção.  Preferi não me engajar nessa luta porque minhas crenças e convicções sobre o que é a humanidade são muito diferentes das das demais pessoas.  Para me filiar a um partido político e fazer papel de entregador de panfletos, fiscal de nada, ou ativista social sufocado pela multidão, prefiro não.  Obrigado.

Mas reconheço o esforço sincero e por vezes altruísta de muitas pessoas, como acredito ser o caso de meu amigo de infância.  Porém, acho que por vezes falta alguma compreensão de conjuntura para que esses engajamentos produzam efeito prático que tenha alcance maior do que o ego.

Sustento minha opinião baseado na observação das ações adotadas pela quase totalidade das pessoas engajadas, com as quais já pude trocar mais que meia dúzia de idéias.  Pouquíssimas priorizam o bom senso, escolhendo desenvolver um assunto sempre a partir de suas convicções partidárias e conduzindo a conversa com o claro objetivo de fazer valerem suas opiniões e demonstrarem que o caminho deles é o melhor.

Isso para mim não é política.  É religião.  Não adianta discutir nem religião, nem política.  Futebol só serve para tirar desviar a atenção do povo.  Futebol para homens, novela para mulheres.

Eu vejo futebol, me divirto vendo meus amigos escarnecerem uns dos outros, vejo novela, me divirto vendo minha atual heroína, a “Suelen”, e me divirto até me pegando ansioso para saber o que vai acontecer com a madrasta má.  Mas eu não me iludo.  Sei que se eu cair na roda viva de acompanhar futebol e novela, será em detrimento de outras atividades que considero mais importantes.

Infelizmente, nem todos têm essa visão clara de seu posicionamento no tabuleiro político-social.  É uma visão por vezes fria, concordo, mas não é no calor das emoções que costumamos fazer as maiores besteiras?

Não estou defendendo a idéia de que devamos viver uma vida sem emoções, mas defendo a idéia de que nossas vidas não podem ser reflexo exclusivo de nossas emoções.

É essa a conjuntura a que me referi parágrafos atrás.  Se você estava prestando realmente atenção, deverá ter pensado em algum momento: não tem nada a ver, ele viajou na maionese.

Lamento desapontá-lo (lembre-se que o domínio na língua portuguesa é masculino.  Nada tem a ver com uma preferência minha em alcançar apenas uma audiência masculina) mas vou explicar sobre a conjuntura.

Não podemos desconsiderar o fato de que como indivíduos nos inserimos em uma sociedade.  Como nos inserimos, como fazemos valer nossas vontades, como alteramos os nossos núcleos sociais através de nossa participação, como nos comunicamos etc, é que forma o conjunto de nossa existência.

Mas nossa existência precisa ser harmoniosa, caso contrário, existiremos por pouco tempo.  Ninguém que eu conheço tem como objetivo de vida, deixar de viver.  É até um paradoxo cômico.

Para sermos harmoniosos, devemos pensar um pouco sobre as consequências de nossas atitudes, porque precisamos que os outros nos aceitem, então naturalmente procuraremos agir conforme o grupo em que estamos mais inseridos, ou que queremos nos inserir.

Ninguém vai à uma balada gay, para se divertir, com a intenção de fazer amigos gays, e diz “Vim aqui para me divertir apenas, mas eu acho que ser gay é uma doença, vocês são todos uns pobres coitados que precisam ser curados, e tenho dito”.  Essa pessoa seria no mínimo, rejeitada.

E nossa sociedade está estruturada como, politicamente?  Em partidos.  Grupos compostos por pessoas que partilham de um mesmo pensamento, opinião, ou intenção.  É como a balada gay.  Tente chegar a alguém que participa de um partido e dizer que a doutrina básica deles poderia sofrer alguns ajustes, porque está, historicamente, equivocada.

A pessoa rejeitará imediatamente sua opinião herética, sem bases, e radical.  Ora, ora, quem é radical mesmo?

Por essa razão é que eu digo que as pessoas precisam conhecer a conjuntura em que estão inseridas antes de se engajarem politcamente, sob o risco de agirem como macacos treinados para repetir um mesmo discurso.

Nem é tão importante assim o discurso, porque ações valem mais do que palavras.

Não consigo deixar de salientar minha inconformação com a necessidade tamanha que as pessoas têm de fazer suas frustrações serem ofuscadas ao jogarem o foco da vida em outras pessoas.  Por exemplo, para alguns, tudo o que acontece hoje no Brasil é culpa de alguns governantes recentes.  Para outros, tudo o que acontece de bom no mundo é por que Deus quis.

É simplesmente irracional.  A miséria total na África é porque Deus quis, então?  Então Deus é igualmente mau?  Que Deus?  E por que ninguém se lembra que Getúlio Vargas foi, na verdade, um ditador, que tinha como dispositivo um “Departamento de Imprensa e Propaganda”, mesmo dispositivo utilizado por tantos outros ditadores, como Hitler e Mussolini?

Eu digo o porquê: porque as pessoas não querem pensar por sí próprias.  É mais confortável se enquadrar em uma multidão maior, e ser acolhido.  É mais recompensador quando se repete uma frase feita e recebe palmas como prêmio.

No fundo, o que vem sendo dito há anos pelos políticos em todo o mundo, e por seus fiéis correligionários é o mesmo discurso existente na humanidade há milênios: “Quem está comigo, contra o inimigo?”

Por isso esse endeuzamento de algumas figuras políticas, pouco importando sua real trajetória.  Lembremo-nos que trajetória é a sequência de atos que alguém toma durante sua vida.  Política, social, pessoal.

Ninguém acerta tudo, claro.  Ninguém sabe tudo.

Exatamente por isso acho cada vez mais que os macacos repetidores de frases feitas deviam procurar fazer um exercício básico antes de repetirem o que eles nem sabem se é fato ou factoide.  Devem pensar, antes de me chamarem de direitistas, qual a propriedade que detém para tanto, se, a meu ponto de vista, são eles mesmos, esquerdistas?

Por que um esquerdista pode falar o que quer, e não um direitista?  Se eu fosse um direitista, por que eu deveria sentir vergonha disto?

“Você é um direitista!” soa a mim, como uma acusação de um ilícito ou mesmo de um crime.

O perigo está, como muito bem notado por um deputado federal da bancada religiosa disse em uma entrevista a um renomado entrevistador da atualidade, em transformar em crime emitir-se uma opinião pessoal.

Historicamente, criminalizar opiniões individuais é ferramental de extrema direita.  Fascista.  E quem, da esquerda usa de tal ferramenta é o que, então?  Não seria este um direitista?

Escolher um caminho exclusivo, é ruim tanto no aspecto político, como no social, como no pessoal.

Melhor seria se as pessoas pudessem produzir conclusões originais e fundamentadas no bom senso, mas como disse outro amigo meu, “bom senso não se coloca no papel”.  Como disse um outro amigo, “quando apontamos um dedo para alguém, temos três apontados para nós mesmos.”

Como aprendemos

Eu estava batendo um papo com uma amiga há pouco, quando após um comentário que fiz sobre um sobrinho que fez uma besteira, resolvi refletir sobre o processo de aprendizado.

Como ensinamos para as pessoas o que é certo e o que é errado?

Cheguei à conclusão que não conseguimos ensinar, mas apenas dizemos o que é melhor em determinada situação. Por exemplo, dizemos: “Beba apenas um Yalkult por dia. Mais que isso, dá dor de barriga”

Adianta? Claro que não. Quem nunca quis beber os seis franquiamos de Yakult de uma vez só, em um copo normal?

O que quero dizer é que, para aprender que algo é errado, muitas vezes precisamos experimentar na pele os efeitos negativos daquilo. Caso contrario, apenas podemos supor que é “errado”. Pior, com base na experiência de outra pessoa.

Então a pergunta persiste: como podemos transmitir a experiência negativa, nossa, para outra pessoa, uma vez que experiência é algo pessoal?

Alguém tem alguma sugestão?

I feel like writing

The Internet is about content. People are desperate to create content in the hope that others will come, see, like and then take the content creator to a high level of acknowledgement, respect and everything that builds on an ego.

I do feel like writing what comes to me, sometimes. Right now, I’m just writing to test the new WordPress iPhone client. You didn’t expect that, did you?

Anyway, sharing your own thoughts is a good way to let the stress out, and probably I’m doing that by writing this. Who knows for sure?

My advice for you is that you always keep an open eye, have a second opinion about what others try to sell you as something useful or needed.

The great majority of Internet contents is made up of garbage. Don’t fall for that.

Having said that, I can only hope that you come back again.

And remember: less garbage, more real content.

Respect vs consume

I am reading all over the places about how Google is conducting its business. Now, it came up that they give some kind of advantage to Motorola by releasing information up front, by working hand in hand in design of devices etc.

Not really a surprise to me, as Google is powerful, but it’s power comes from its ubiquitous character.

But google wasn’t there when there was no Internet, no CD, no gigahertz processing power and no graphics display adapters that, alone, are more powerful than Eniac.

I would enlist the following companies to be the ones we should pay some respect:

Adobe – these guys invented a lot of things that are took for granted today, but PDF and PostScript are two examples of industry wide contribution;

Apple – Well, this is where things get hot, for this company is loved by many, but hated by many. Anyway, these guys were there when many things didn’t exist, and contributed to various standards even when they completely missed the point, like with the case of the Apple Printer, Apple Bus and other less important things.

However, amongst the really interesting things they did are: True Type fonts (yeah, theres more than one single finger of Apple in there), and of off course, the iPod, and then the iPhone, and then again, iPad. Those who risk saying these are not important, will be simply saying s/he doesn’t know a thing about this industry.

Geez, I’m writing this blog post on my iPhone! I don’t even need a full computer anymore!

IBM – Yes, they did sell some machines to the 3rd Reich, but they invented almost every thing we use today, like the hard disk. And the PC market, in which the machine is built by one manufacturer but the OS is published by another.

This approach is radically different from Apple’s, and it might be the grand responsible for the commercial success of the IBM/PC product.

IBM didn’t invent SQL, well, not alone at least, but SQL wouldn’t be here as we know it today, if it were for Oracle. Know what I mean?

Intel – What to say? These guys invented the the first successful microprocessor. If this is not credential enough, then I don’t know what the hell is.

Sure there are other important ones, like Zilog and Motorola/IBM, and IBM alone, but Intel is Intel. Period.

Microsoft – Really, MS is not even close to be one respectful company when it comes to commercial and market practices. But these guys indeed changed the industry. Despite what Steve Jobs stated, that they have no taste, they have at least a lot of guts.

They compete, they make errors, they follow others, but they also can lead. This is certainly not easy.

Sun – Sun was acquired by Oracle. It still sounds strange to me, because Sun is not only responsible for Java. Prior to that, these guys had Sparc Satations that really rocked.

The thing with Sparc was that it’s RISC architecture was so much better for floating point calculation than CISC, that a machine equipped with a slower processor, in terms of raw clock speed, performed much well better than one with a faster CISC machine. This means efficiency of brute force.

Anyway, if it were not for the elegance, we now have Java. I can’t think of MS delivering anything close to Java. Nor Apple.

Xerox – Xerox is some kind of philanthropy company. So much have come out of its PARC that I can’t even think where to begin.

But I can think about the mouse alright. Yeah. The graphic display, the mouse, the GUI… These are all creations of Xerox. Steve Jobs didn’t invent any of it. MS didn’t invent any of these. Xerox did.

The irony is that the document company had its inventions, well, xeroxed.

I am probably letting some very important companies out of this list, like Epson, HP and Borland. But with all due respect, they all play important focused roles in the industry, and this list is intended to show industry wide companies.

Now, what do we gain from Google? Many things, but I dare saying they’re all consuming products that may fall into disuse.

While the companies on the list deserve all respect for the things they’ve done right AND wrong, we can consume Google’s products and niceties while we can, because Google is by no means, an inch of what the the companies on the list are.

And why is that? Because Google creates, but it doesn’t invent.

Think about that.

Marquinho.

Marquinho se recompondo

Feijão com arroz...Ontem fui almoçar fora.  Bom, na verdade fomos filar bóia na casa da quase ex-futura sogra de um amigo, a Cida.  A Cida é uma pessoa muito, mas muito bacana, assim como são as filhas dela e o pessoal todo de lá.  São gente como eu não sou.  São gente simples e acolhedores.  Um dia chego lá.

Mas o real motivo do almoço não foi -pelo menos dessa vez, juro que não foi mesmo- a maravilhosa comida que a Cida faz. Eu queria ir dar uma olhada no Marquinho, o “negão”.  Em um post anterior, eu até mencionei que o cara dá umas mancadas de vez em quando, mas é meu amigo, fazer o que?  Pois é… ele mesmo.

Fui dar uma olhada nele porque ele está na batalha, lutando para se safar -dos problemas que são consequência das escolhas dele mesmo, tenho que dizer- e há coisa de 10 dias, segundo o próprio, teve um probleminha de saúde que, apesar de relativamente comum, preocupa.  Não, não, gente, não se preocupem porque ele não surtou ao se descobrir uma libélula.  Foi só um ataque de histeria, quero dizer, stress.  Coisa de programador.  De tempos em tempos, temos algum tipo de manifestação assim.

Agora já estou mais tranquilo, porque vi que o cara está bem, a barrigona d’água dele continua a mesma, e ele está mais tranquilo.  Isso é bom.  Ah, a comida da Cida estava ótima, claro.

Hoje, no escritório, o André me comentou que se abríssemos um fórum de suporte sobre nossa linguagem de programação, iria “bombar”, porque muitos programadores ainda me respeitam.  Pessoalmente eu acho que 90% dos programadores em Clarion nem sabem quem eu sou, e os 10% restantes querem me usar como modelo para a próxima versão do Mortal Kombat, mas enfim…

Essa afirmação do André me fez pensar em como eu consegui alguma notoriedade, enquanto guiava a moto para nossa casinha, de volta do serviço.  Cheguei à conclusão que foi porque eu tive muita ajuda, e um dos caras que me ajudou muito foi o Marquinho.  Como?  Pra começar, ele foi o primeiro a me dizer: “Clarion com Postgres funciona! Pode confiar”.

Marquinho se recompondoLembro-me de ficarmos horas na lanchonete Kentinho, com o laptop dele aberto sobre a mesa de plástico, enquanto ele me mostrava como conectar com um banco de dados, como fazer uma inserção, e isso tudo me inspirou a iniciar -finalmente- a usar um banco de dados relacional como repositório principal de dados para meus programas.

Isso foi uma mudança realmente grande de paradigma, para mim, e me abriu muitas possibilidades.

Assim, quero agradecer publicamente ao Marquinho pela boa vontade.  Quando eu ficar milionário eu pago um café.  Por enquanto fico só no “valeu”, mesmo.

E aos outros amigos que me ajudaram, saibam que eu não os estou esquecendo, tampouco relegando.  Apenas que eu já sou piegas demais e vou tentar não transformar este post em um musical da Broadway, parando por aqui, por enquanto.

Em tempo: Marquinho, experimente executar DROP DATABASE sinco; para ver que legal que é, cara! Fica mais legal ainda se você não tiver um “decape”!

É isso aí!